
Para quem se destina
Porque considerar arte como classe de ativo
Mercado em números
USD
~6 tn
AuM Global
USD
~60 bn
Vendas Global
População Global USD 5 mn+
BRL
~200 bn
AuM Brasil
BRL
~4 bn
Vendas Brasil
~48 k
População Brasil USD 5 mn+
Índices de valorização
Mei Moses Index
O índice Mei Moses utiliza a metodologia de vendas repetidas para medir o comportamento dos preços no tempo para obras vendidas em leilões públicos.
Criado em 2002 por 2 economistas Ph.D. da NYU Stern e posteriormente adquirido pela Sotheby's, o índice mapeou de 1950 para cá cerca de 80.000 vendas repetidas (mesma obra vendida 2 ou mais vezes) e calculou uma valorização média de 8,5% a.a.
Indo além, estenderam os estudos para o impacto de incluir obras de arte no portfolio de investimentos por um período de 50 anos, mostrando ganhos na relação risco-retorno.
Masterworks Post-War and Contemporary Art Index
Artprice100® Index
Principal índice quantitativo do mercado de arte global, o Artprice100® e simula o desempenho de um portfolio teórico composto pelos 100 artistas mais relevantes e líquidos no mercado global de leilões de arte de cada ano, usando as metodologias de preços hedônicos e vendas repetidas.
Criado em 2018 pela Artprice, plataforma líder mundial em bancos de dados de informações sobre o mercado de arte, o índice funciona como benchmark de desempenho das obras de arte blue-chip, de forma análoga ao S&P500.
Ao compará-lo com os principais índices globais do mercado de ações, obras de arte blue-chip tiveram valorização superior nos últimos 25 anos.
Aumento da demanda potencial no Brasil
Análise da curva HNW
Uma das formas de olhar o potencial de demanda para consumo de obras de arte é monitorando a curva dos "HNWIs": High net worth individuals, parcela da população com patrimônio líquido superior a USD 1mn.
O gráfico ao lado segmenta os HNWIs em três faixas de patrimônio líquido, mostrando um crescimento entre 1,3 e 2,0x nos últimos 10 anos.
Consideramos a faixa USD 5mn+ de patrimônio a faixa ideal para medir a população com potencial de consumo para obras de arte e colecionáveis.
Pesquisas apontam
79% dos gestores de patrimônio:

Prazer visual
Razões estéticas, decorativas e passionais são as principais motivações para entrada no colecionismo de arte.

Acesso a comunidade
Colecionadores apontam razões sociais como motivador muito ou extremamente importante para adquirir obras de arte.




















